Gibiteca de Campo Grande

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Blog da Gibiteca

Olha ai uma paixão... Gibi!

Mas você sabe o significado?

Gibi foi o título de uma revista brasileira de história em quadrinhos, cujo lançamento ocorreu em 1939. Graças a ela, no Brasil o termo gibi tornou-se sinônimo de "revista em quadrinhos" (banda desenhada, em Portugal). Na época, Gibi significava moleque, negrinho, porém, com o tempo a palavra passou a ser associada a revistas em quadrinhos e, desde então, virou uma espécie de "sinônimo".

Era publicada pelo Grupo Globo, como concorrente da revista Mirim de Adolfo Aizen. Este editor, futuro fundador da Ebal, foi o pioneiro dos quadrinhos publicados como suplemento de jornal no Brasil (idéia que retirara de uma viagem aos Estados unidos), com o seu Suplemento Juvenil que acompanhava o jornal "A Nação". Mais tarde, o jornal O Globo copiou a idéia e lançou um suplemento chamado O Globo Juvenil.

O Gibi teve originalmente em suas páginas Charlie Chan (aquele mesmo que, anos depois, ganharia um desenho animado pela Hanna-Barbera), Brucutu, Ferdinando (ou Família Buscapé) e vários outros personagens das histórias em quadrinhos.

No ano de 1974 a antiga Rio Gráfica Editora (atualmente conhecida como Editora Globo) teve a iniciativa de relançar nas bancas brasileiras a revista Gibi.

Em outubro de 1993, a Editora Globo lançou outra revista com um título homônimo. A editora publica periodicamente alguma revista com o título para não perder os direitos sobre o mesmo.

Entre os gibis infantis de destaque no Brasil estão os da "Turma da Mônica", criada por Maurício de Sousa.

Visite a Gibiteca de Campo Grande, lá você vai conhecer alguns gibis raros.

 

A Gibiteca ganhando asas!

 

 

A Gibiteca Mais Cultura, em parceria com a Esquadrilha da Fumaça, aderiu à Campanha “DOE UM LIVRO”, que será realizada durante a apresentação do dia 09 de setembro de 2018, na Base Aérea de Campo Grande, onde haverá um espaço para receber doações antes da apresentação.

O evento Portões Abertos 2018, será realizado das 10h às 17. Toda população campo-grandense e da região que estará na cidade para assistir o show aéreo da Esquadrilha, podem levar algum livro, novo ou usado, para efetuar a doação.

 

Os livros arrecadados serão encaminhados para doações nos terminais de ônibus, no "Projeto Vamos fazer de Campo Grande uma cidade de leitores". A Campanha “DOE UM LIVRO” nasceu de maneira informal na internet, tendo como objetivo principal a conscientização da importância da leitura. A campanha se transformou em um projeto, com diversos pontos de coleta em todo o país.

 

Para este ano de 2018, a campanha #doeumlivro2018 fechou parceria com a Força Aérea Brasileira e a Esquadrilha da Fumaça para o recolhimento de livros durante as apresentações ao longo de todo o ano. Por isso, a Gibiteca entra nesta importante campanha de incentivo à leitura estimulando a doação e incentivando o hábito da leitura.

 

Não se esqueça: no domingo, dia 09 de setembro de 2018, você confere a apresentação da Esquadrilha da Fumaça e colabora doando livros e gibis!

 

 

Gibi na sala de aula, pode?

O que o Batman, os X-Men e a Mulher-Maravilha têm em comum? Além de encantar as crianças (e adultos) pelo mundo todo, esses personagens dos quadrinhos ganham destaque cada vez maior nas salas de aula. Passaram de mero entretenimento a grandes aliados em uma missão para lá de especial: o interesse pela leitura.

Há alguns anos, quando você fazia coleção dos gibis da Turma da Mônica, utilizar as histórias em quadrinhos durante uma aula de Português, por exemplo, não era sequer cogitado. Quem tivesse um exemplar à mão provavelmente teria que escondê-lo debaixo da carteira para não levar uma bronca do professor. Mas acredite e fique tranquilo: a educação mudou e os gibis passaram a ser vistos como instrumento de incentivo à leitura, “uma ponte” entre as crianças e a literatura.

O arquiteto, colecionador de HQs e idealizador da Gibiteca de Curitiba, Key Imaguire Junior, defende que a magia despertada pelas histórias em quadrinhos é um dos motivadores da leitura. “Conheço muitos leitores de gibis que são, também, devoradores de livros. Hoje, os autores dessas histórias estão conscientes de que elas são ferramentas importantes na educação”, argumenta.

Não à toa, obras consagradas da Literatura brasileira e estrangeira ganharam suas versões em quadrinhos, como o clássico “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, e “Volta ao mundo em 80 dias”, de Júlio Verne. Aliás, o prestígio das HQs é tanto que vai além das escolas. Para se ter uma ideia, este ano, a Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do Prêmio Jabuti – o mais tradicional e prestigiado da literatura brasileira –, anunciou uma nova categoria dedicada exclusivamente a elas, as histórias em quadrinhos.

Por abordarem temas variados, desde ficção científica e terror até romances e temas históricos, esse tipo de publicação possibilita a professores de diferentes disciplinas criarem estratégias para utilizá-los da melhor forma. Uma das coleções presentes em sala de aula é A Turma do Pererê  assinada por um dos principais cartunistas e escritores brasileiros, o Ziraldo, que aborda temas como saúde, cultura, meio ambiente, solidariedade, entre outros.

Então, o final desta história você já sabe: gibi na sala de aula pode, sim!

 

Fonte: http://ensinopositivo.com/gibi-na-sala-de-aula-pode/

 

Sete dicas para transformar a (sua) leitura em hábito

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se você acha que seu filho lê pouco e já não sabe o que fazer para mudar essa situação e estimulá-lo mais, saiba que essa não é uma percepção somente sua, é uma realidade nacional, mas que, com hábitos simples, pode ser mudada. Você, inclusive, pode fazer parte dessa mudança. Veja só!

Uma pesquisa realizada em 2016 pela agência NOP World para medir “hábitos de mídia” em 30 países revelou que o Brasil está na 27ª posição no ranking de leitura, à frente apenas de Taiwan, Japão e Coreia. A Índia está no topo da lista, com o maior tempo dedicado à leitura.

De acordo com o estudo, o brasileiro dedica, em média, apenas 5 horas por semana para a leitura de livros. A metade do tempo dos indianos, que dedicam o dobro desse tempo à leitura. E seu filho, quanto tempo se dedica lendo um livro e, ainda, quanto tempo você mesma se dedica à leitura?

Para que o hábito da leitura se construa, é imprescindível usufruir da expectativa da próxima página, pois, através da curiosidade e do encantamento, percebe-se o quanto os livros ampliam o conhecimento e outras formas de pensar”, diz a psicóloga e psicanalista, com especialização em Neuropsicologia, Rachel Cantelli.

Página a página

A especialista explica que o hábito deve ser introduzido desde cedo e pode ser comparado à alimentação. Para ela, assim como a alimentação sólida do bebê é introduzida aos poucos, a leitura também deve ser inserida na vida da criança gradativamente, até se tornar parte da rotina.

O prazer de ler pode ser construído tal qual o prazer de comer. A alimentação do bebê inicia-se com doses pequenas e com pouca variedade de alimentos: três frutas em suco, depois em papas e depois em pedaços. Assim, uma dica para estimular o hábito da leitura é começar aos poucos, com uma, duas, dez páginas por dia até chegar a cem ou mais”, compara.

Da primeira infância à vida adulta

Mas se o hábito não foi construído na infância, não há problema. Sempre é tempo de começar a ler bons livros. Na adolescência, a leitura pode ser estimulada partindo de temas do interesse de cada um. Nessa fase, os adolescentes se interessam muito por séries e filmes muitas vezes baseados em livros. Uma dica é sempre oferecer a versão em livro. Você já tentou?

Além disso, em todas as fases, o livro deve ser adequado à compreensão do leitor. Aos poucos, a leitura vai ampliando o vocabulário. O hábito também deve entrar na rotina da família. Não adianta querer que seus filhos leiam se você mesmo não o faz, não é? Que tal começar agora?

Veja 7 dicas para transformar a (sua) leitura em hábito

  1. Escolha livros que despertem o seu interesse.
  2. Peça indicações, converse com amigos, mas não force a leitura se você não gostou da obra. Há uma infinidade de títulos de que você vai gostar muito mais do que outros. A leitura deve ser um prazer.
  3. Leia todos os dias. Reserve uma hora do seu dia e crie um cenário agradável para a leitura.
  4. Faça um cantinho para ler em sua casa ou no trabalho, para aproveitar os intervalos de tempo. O espaço deve ser silencioso e agradável.
  5. A falta de tempo não pode ser uma desculpa; você pode até baixar o livro preferido no celular, no tablet ou no e-reader para facilitar. Está na fila do banco? Leia. Parou para um café? Beba acompanhado de um bom livro.
  6. Frequente bibliotecas, sebos e troque os livros com os amigos. Você sempre vai encontrar pessoas que têm os mesmos gostos de leitura que você.
  7. Crie um clube de leitura. Falar sobre o que leu é uma maneira de assimilar a informação e aguçar a curiosidade de mais pessoas. Seja um leitor voraz e estimule outras pessoas a serem também!

Fonte: http://ensinopositivo.com/7-dicas-para-transformar-leitura-em-habito/